Sunday, March 26, 2006

Fábulas Urbanas


“Os habitantes voltam a recitar as mesmas cenas com atores diferentes, contam as mesmas anedotas com diferentes combinações de palavras, escancaram as bocas alternadamente com bocejos iguais”

(As cidades Invisíveis, Italo Calvino)

5 Comments:

Anonymous tania said...

Grande verdade! Continua tudo como dantes no quartel de Abrantes.
Seja em que época, as mudanças são poucas, pois dificilmente haverá palavras que já não foram ditas, pensamentos que não existiram antes, sonhos que já não foram sohados.
beijos

8:36 AM  
Blogger Saramar said...

Mais ou menos. Nem tudo é igual. O homem vai perdendo sua proximidade com a natureza, com o primitivo e se distanciando, cda vez mais do outro. Estamos nos tornanso ilhas sem pontes de ligação com outras ilhas.

Beijos

3:42 AM  
Anonymous nora borges said...

Obrigada pela lembrança.

2:48 PM  
Blogger Maria Estrela do Natal said...

Pois Helena Bandeira e ainda autora de contos de FC (No limiar do Império...):eu sou aquela que votaste minha expulsão no botequim...
Tás lembrada? Pois foi o que me pediram para fazer lá. E estou lá apesar do ódio de estimação do velhote, Sílvio, e ainda do Emiliano cansado e sem coragem de voar porque está cheio de tabus....O que lhe dá um certo ar pesado.
Vou entrar lá para a semana. Apenas Douglas e Ferrari me têm encontrado. Estive no RJ 5 dias em Congresso e só tive tempod e andar com Douglas e Ana.
O poema que lá coloquei não é meu (qd é, assino MNB) e de onde o tirei não tinha autor.
Tá interessante o teu blog.
Um abraço

6:51 PM  
Blogger Saramar said...

Querida, bom dia.
Passei para desejar Feliz Páscoa a você e seus familiares. Muito amor e muito chocolate pra vocês.

Beijos

6:30 AM  

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